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quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

 

USF-AN dá prioridade à governação clínica e à profissionalização de carreiras

O apoio à governação clínica e a profissionalização da carreira de enfermeiro de família e de secretário clínico são os principais desafios da reforma dos Cuidados de Saúde Primários. O alerta foi dado por João Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar (USF-AN), durante o encontro "USF - Virtudes e Defeitos. Que caminho?", em que foi o orador convidado. A iniciativa, promovida pela Associação Portuguesa de Engenharia e Gestão da Saúde (APEGSaúde), realizou-se na Pousada do Palácio Nacional de Queluz.

João Rodrigues fez um balanço de dez anos da reforma dos CSP e salientou "a importância da existência de uma estrutura nacional de governação e pilotagem nos CSP que apoie a governação clínica". Para o responsável, a aposta nesta vertente permite "responsabilizar as equipas, motivar mais os profissionais e prestar melhores cuidados aos utentes". 

Notícia: justNews.
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Unidades de Saúde Familiar
Virtudes e Defeitos


13 Janeiro 2016 | 11h00
Pousada Pestana de Queluz - D. Maria I 

Largo do Palácio Nacional, 2745-191 Queluz



11h00
ABERTURA
11h10
CONFERÊNCIA

Unidades de Saúde Familiar
Virtudes e Defeitos
Que caminho?
ORADOR CONVIDADO

João Rodrigues
Presidente da
USF - AN  Associação de Profissionais das USFs

11h40
DEBATE
MODERADOR
Fernando Regateiro

Médico e Presidente do Conselho para a Cooperação
PAINEL

Manuela Peleteiro

Diretora Executiva ACES Lisboa Norte
Helena Baptista

Diretora Executiva do ACES Cascais
Ana Andrade
Diretora Executiva do ACES Sintra

José Carlos Dias Marinho
Coordenador da USF Santa Joana
Nuno Pedroso
Médico do Conselho Técnico da USF Luísa Todi

12h45
ENCERRAMENTO

Mário Durval
Vogal do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos
13h00

FECHO


Fonte: Tempo Medicina
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USF-AN pretende que «cerca de 95% da população» esteja coberta por unidades de saúde familiar

 

Aumentar o número de unidades de forma a ter "cerca de 95% da população coberta por USF ao longo da próxima legislatura" é uma das exigências da USF-AN. A associação, presidida por João Rodrigues, lembra não ser por acaso que há “unanimidade em relação à marca USF”, isto é, “todos os partidos com assento parlamentar” defendem esta exigência.

“Neste momento, estamos à espera de poder ter aliados políticos para desenvolver as propostas do nosso livro, sendo que a medida prioritária é ter uma equipa que coordene todo este processo, pois, ninguém se reforma a si próprio”, considerou João Rodrigues, referindo-se de novo à premência da constituição da Unidade de Missão e às 49 medidas já apresentadas em livro, a desenvolver ao longo da próxima legislatura.

O “redimensionamento dos conselhos clínicos e agrupamentos”, que deverão constituir-se num bloco, para que tenham capacidade de apoiar, ainda mais, o desenvolvimento das USF, é outra das medidas propostas pela USF-AN. “Queremos mais eficiência, mais ganhos em saúde e, para isso, precisamos de mais transparência para haver mais responsabilização”, incluindo nas próprias USF, considerou o também coordenador da USF Serra da Lousã.

Ainda em relação aos agrupamentos de centros de saúde (ACeS), a associação defende a “diminuição de unidades funcionais e a promoção da sua autonomia”, através de contratos-programa, “ao invés da crescente centralização do poder nas ARS e na Administração Central dos Sistemas de Saúde”. Aponta ainda para a necessidade de, no prazo de um ano, pôr a funcionar “todos os conselhos executivos e conselhos da comunidade dos ACeS”, promovendo a participação das autarquias na gestão dos agrupamentos.

Contactos E-mail. sec@apegsaude.org Tel. +351 936712131

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