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quinta-feira, 23 de Novembro de 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Fonte Tempo Medicina
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O que fizemos em 2015?

Veja a atividade que desenvolvemos em 2015.
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Saúde OUTLOOK 2016 
Mais Dinheiro? Talvez não. Mudanças? Seguramente.
Vai iniciar-se o ano de 2016. Que expetativas?
                                                                                                               

 
Vai iniciar-se o ano de 2016. Que expetativas? As expetativas são genuinamente de mudança.

Recordamos a conferência que o novo Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, a nosso convite e na qualidade de político, proferiu em Julho passado.

"Verdadeira reforma do medicamento", "serviço público competitivo e padrão
", "acabar com a desigualdade", foram alguns dos temas abordados que poderá revisitar na reportagem do Tempo Medicina.  Clique na imagem ao lado

Outros temas irão estar inevitavelmente na ordem do dia:

O que acontecerá ao financiamento da saúde? Teremos mais financiamento por linhas de doença? Teremos mais impostos? Um imposto dedicado?


E o sistema segurador? Será mais abrangente, cobrindo mais riscos e abrindo-se aos mais idosos? Haverá caminho para uma diversificação do tipo de coberturas e uma segmentação do risco? Também por linhas de doença? Os prémios irão baixar, subir ou manter-se? As carteiras, mudarão de perfil?

Depois dos eurobancos iremos ter euroseguradoras?

E caminharemos para a eurosaúde? 
A mobilidade inter-europeia de pacientes será uma realidade? Ou apenas boas intenções?

A ADSE, hoje totalmente suportada pelos beneficiários, como evoluirá? E o que se vai passar com os outros subsistemas?

A oferta privada de cuidados vai continuar a crescer?
A concorrência aumentará? Ou assistiremos a concentrações? Mais tecnologia, melhores recursos humanos? Menos médicos de consultório?
Na oferta pública de cuidados, teremos finalmente a reforma hospitalar? Qual o destino dos Centros de Referência? Passarão do papel? Ou existirá o risco de termos uma medicina periférica?

Teremos uns cuidados primários que reduzam as urgências e os internamentos hospitalares evitáveis?
Irão os cuidados primários estar mais integrados com a assistência hospitalar?
Assistiremos a alguma coerência organizativa? Ou cada modelo continuará a fazer o seu caminho? Centros de Saúde, Unidades de Saúde Familiar, ACES?
Um paciente numa USF sentir-se há melhor ou pior tratado do que num centro de saúde tradicional?

Haverá médicos de família para todos? E desemprego médico?

O sector social continuará um parceiro à parte, com regras à parte? Afinal, mais vocacionado para os cuidados continuados que para a medicina hospitalar?

O medicamento terá a política de comparticipações revista? 

A conflitualidade na saúde vai aumentar?
Os pacientes, estes, serão senhores do sistema? Estarão no centro da regulação? Ou a regulação estará absorvida com a regulação dos prestadores?

Estes e muitos outros temas iremos abordar ao longo do ano, em reuniões, seminários, conferências e outro tipo de iniciativas. As pessoas e as suas decisões são o nosso foco, construindo pontes de entendimento e partilha de experiências, fomentando a inovação, a tecnologia, a gestão, o conhecimento e a criação de valor.

Desejamos no futuro poder dar uma resposta positiva à questão:
Iremos terminar 2016 com melhor setor público e melhor setor privado? E mais saúde?

Esteja atento.

APEGSAUD
E

 

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