English (United States) Español (España) Português (Portugal)




segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

 


Franklim Ramos
, médico e Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho considera que a gestão integrada da doença crónica com a participação dos médicos de família, médicos hospitalares e enfermeiros de família bem como psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas, será determinante na melhoria da acessibilidade, equidade e resolubilidade, incluindo a livre escolha no SNS. 

Para ele a telemedicina será o instrumento integrador.

 

 

Laranja Pontes, médico e Presidente do Conselho de Administração do Instituto Português de Oncologia do Porto refere que para melhorar o livre acesso dos doentes a todas as instituições do SNS,  é necessário centrar o foco nas necessidades dos doentes, e não nas localizações das instituições ou mesmo das derivas corporativas, e com 

        

outros parceiros eliminar as determinantes sociais que tenham influencia na saúde e que sejam obstáculos ao acesso.

Será ainda necessário o reforço da autonomia das Administrações para que ponham planos de ação em marcha, e sejam premiadas pelos resultados alcançados por métricas transversais, e não por inatividade ou geração de divida.

De uma vez, o financiamento deve ser dirigido para quem trata os doentes bem em ambiente de qualidade reconhecida e dirigido para as práticas transversalmente interessantes e estrategicamente definidas.

O dinheiro deve seguir o doente dentro do SNS.

 

28 Novembro 2017 | PORTO
das 9h00 às 12h30
Salão Nobre
Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos
R. Delfim Maia 405, 4200-256 Porto


Encontro de Gestores
Livre Escolha Na Saúde
E agora?

9h00 Receção | Abertura e boas-vindas
9h30
Manuel Delgado
Secretário de Estado da Saúde
António Araújo
Presidente da Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos
Livre Escolha e Livre Circulação
Melhorou-se o acesso? Melhorou-se otimização de recursos?
Melhorou-se a Qualidade?
Ou só tempo e a comodidade?

10h30
Mesa Redonda
Debate

Os impactos nos Hospitais:
Uma realidade diversa.

Preferidos versus Preteridos
Todos ficaram melhor ou todos ficaram pior?
Mudou a relação entre os Cuidados Primários e os Cuidados Hospitalares?
Numa ULS como funciona?
E nas Parcerias Publico Privadas?
Existe continuidade clínica?

Presidentes do Conselho de Administração 

António Oliveira e Silva Centro Hospitalar do São João | Paulo Barbosa Centro Hospitalar do Porto | António Dias Alves Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia | Carlos Alberto Centro Hospitalar Tâmega e Sousa | Laranja Pontes IPO Porto | Franklim Ramos Presidente da ULSAM | Taveira Gomes Diretor Clínico da ULSM | António Barbosa Centro Hospitalar Médio Ave

entre outros...

Ana Rita Ramalho
Presidente da Associação Nacional de Estudantes de Medicina ANEM

Moderador
Carlos Tomás
Presidente APEGSAUDE


12h30 Fecho

Manifeste interesse em participar

 

 

Participantes

Centro Hospitalar do São João
Xavier Barreto
Diretor do Departamento de Ambulatório 
Lúcia Costa
Diretora da UAG de Medicina
Carolina Alves
Responsável pelo Gabinete de Auditoria


Centro Hospitalar Tâmega e Sousa
Lícinio Soares
Diretor Clínico
José Ribeiro
Enfermeiro Diretor
Barros da Silva
Médico



Mais participantes

Alfredo Loureiro
Diretor do Serviço de Nefrologia do IPO Porto
Carlos Alberto Silva 
Administrador Hospitalar do CHSJ
Catarina Aguiar Cardoso
da ULSM
Eduardo Castela 
Serviço de Cardiologia Pediátrica do CHUC
Elisabete Castela
Administradora Hospitalar do CHP
Fernando Miguel Pereira
Administrador Hospitalar do CHSJ
Francisco Rocha Gonçalves
Vogal Conselho de Administração do IPO Porto
Ilídio Cadilhe
Vogal Conselho de Administração do IPO Porto
José Veiga Fonseca
Vogal de Conselho Diretivo do CHSJ
João Aguiar Coelho
Administrador Hospitalar do IPO Porto
Luís Sousa Magalhães
Consultor de Anestesiologia do CHEDV
Manuel Silva Rocha
Vogal Conselho Diretivo da Unidade Autónoma de Gestão de Cirurgia do CHSJ
Maria Mar Pereira Cunha
Enfermeira Especialista do CHVNG
Marta Pinho 
Técnica do Serviço Auditoria Interna do IPO Porto
Rosa Begonha 
Diretora Clínica do IPO Porto
Sandra Santos
Coordenadora ULGA do CHMT
Sónia Cruz 
Responsável do Serviço de Auditoria Interna do IPO Porto
Vitor Santos
ULSM

Há um ano...


 

 

 

 

 

Manuel Delgado quer controlar a despesa em Saúde no último trimestre do ano 
O Ministério da Saúde está apostado em controlar a despesa do Serviço Nacional de Saúde (NS) até final deste ano, até porque, explicou Manuel Delgado, as contas da Saúde são das que mais pesam no défice.

Contudo, sobre a execução orçamental, o secretário de Estado da Saúde teme que a meta estabelecida para a despesa com a farmácia hospitalar seja «uma estimativa muito otimista» e que possa pôr em perigo o cumprimento do estabelecido no Orçamento do Estado (OE) para 2016.
Veja mais aqui

Notícia Tempo Medicina

 


 

Urgências e consultas hospitalares: livre acesso promove a «eficiência e a qualidade dos hospitais»
Em apenas três meses, 11% dos doentes encaminhados para consultas hospitalares pediram a derivação para 
outros hospitais, por aconselhamento do seu médico ou por opção individual. De acordo com Manuel Delgado, secretário de Estado da Saúde, este fenómeno de transferência foi mais notório nas áreas de dermatologia (15%), cardiologia (14%), ortopedia (12,3%), gastroenterologia e urologia (ambas com 12%), ginecologia (8,7%), obstetrícia (6,6%) e cirurgia geral (5,8%).

Todas estas especialidades "são clinicamente sensíveis em termos de resposta, isto é, são áreas onde a resposta é muito diversa consoante a zona do país e onde suspeito que a oferta não consegue dar satisfação confortável à procura", explicou o governante na conferência(...).
Ver mais aqui 


Notícia JustNews

 

 

 



Hospitais que receberem a preferência dos doentes irão ter mais verbas ao longo do ano.
A tutela quer que os contratos-programa dos hospitais para 2017 sejam assinados antes do final deste ano.

Uma das novidades que está a ser trabalhada na contratualização para o próximo ano é o pagamento adicional para as unidades que receberem doentes fora da área de influência, consoante a atividade realizada.

Fernando Araújo espera que a liberdade de escolha dentro do SNS possa pôr o número de doentes operados fora do tempo máximo de resposta garantida de novo a diminuir, depois de 2015 ter revelado dados preocupantes...
Ver mais aqui

Fotografia e notícia: Tempo Medicina


Contactos E-mail. sec@apegsaude.org Tel. +351 936712131

Privacidade  |  Condições de Utilização
Copyright 2010 by APEGSAUDE